Talvez nunca seja o melhor. Talvez nunca seja mesmo, de fato. Isso pros outros ou pra qualquer um. Um monólogo de alguém que corteja a sanidade entre si e ele mesmo pode não ser um jogo muito claro, mas e daí? Quem se importa?! Eu não.
Melhor que ser o melhor, de fato, somente ser obom. É, assim mesmo, tudojunto. Ser obom é o negócio, ser obom é o futuro, ser obom é o que há.
Pense bem, todos vivemos, todos morremos e todos aspiramos, mesmo que não aceitem isso cemporcento das pessoas, dos peixes, dos cachorros e dos plutonianos, aspiramos sim tal posição entre os demais.
Bem, são 03:30 ou quase isso e provavelmente isso não passe de um atestado de loucura (ou coisa que o valha) mas mesmo assim pretendo continuar.
Pense bem leitor (mesmo que ninguém acabe por ler isso) o quão interessante podem ser as próximas palavras?!
Na verdade, acredito que essas não tenham muito potencial, como não acredito no Brasil ou nos brasileiros, mas isso não vem ao caso.
Bem, sobre a música e tudo, na verdade acho tudo muito legal, não que esse comentário faça muito sentindo, mas mesmo assim, não importa. Ou importa? Essa eu não sei.
Sobre a música (sim, você já leu isso antes) eu apostos minhas fichas de forma singular em gosto único. É, isso mesmo singular e única, não me importa o que você diz. É, eu sei. Esse lance de vários "Não me importa!" no mínimo tem uma cara de me importa, mas no duro, não importa.
Sabe, acho que passar o dia no escuro, dormindo ou vendo televisão sozinho e pensando fritou um pouco do lixoatômico que eu cultivo com carinho dentro da minha cabeça. Muitas pessoas deveriam estar na rua, mesmo fazendo um frio do cão o dia até que tava bonito. Eu acho.
É, entre a lista de coisas que eu amomuitodeverdade uma é andar na rua. No frio. Isso mesmo, no frio. Aquele solzinho, o fedor de bergamota das minhas mãos, o azul do céu, o frio que dói no rosto, as pessoas com as faces rosadas mais enroladas que presentes... Tudo isso é tão bacana que se juntar com uma musiquinha (nesse caso, prefiro um temadevida mais eletrônico, talvez um pouco de trance) fica o bicho.
É eu falei da música. E o pior, foi sem querer, na verdade, não tenho certeza.
Há um bocado de minutos estou escrevendo qualquer coisa aqui e isso me enche. Bom, não preciso (e não vou) falar sobre tudo de uma vez só. Mesmo assim a vontade fica, qualquer dia, qualquer mês, qualquer ano volto com mais de mim para leitor. É isso aí.
Deixo um abração pra tia gringa. besos péssoal.