segunda-feira, 16 de junho de 2008

A morte e os copos coloridos/

Fui no mcronnalds e tavam dando o Puro Osso e copos coloridos da coca-cola.
Então imaginei uma hitória que no mínimo deveria dividir com meus fiés leitores! Sim, eu imaginei! E sim, eu contarei!
Bom, lá estava você, espectador, num campo aberto, com restos da geada, sob um céu azul, estava bem frio, uns 3 graus pelo máximo.
É, tava frio pra cachorro, bem distante, tinha uma árvore, com muitas frutas coloridas e pequenos gnomos, duendes, fadas, insetos, sapos e andorinhas, todos sensacionalmente coloridos. Espirais luminosas nasciam do chão e se unificavam com o céu, o som representava toda vibração do cosmos, um som que mesmo eletrônico compreendia a natureza, uma música, uma manhã, um full on.
D'aquela árvore brotavam copos explosivamente coloridos, que por pássaros eram preenchidos com um líquido insípito chamado pelas fadas de doce. Mesmo que para a maioria dos que viam não fazia o menor sentido os gnomos cismavam que o tal líquido deveria ser considerado doce. E um doce mágico.
Porém na sombra de um lugar tão encantado estava a morte, envolvida por uma teia psicodélica monocromática porém esta era dominada por crias coloridas de razão e emoção. Um homem vestindo roxo pedalava em sua bicicleta encantada voando entre todos, olhando sempre seu relógio pensando sobre o horário que seria melhor tomar um gole da prole dos mágicos.
Um dia ele resolveu a tomar das 5 proles então, em uma velocidade praticamente atômica acabou por perecer. Foi levado pelo cramunho. Fim.
Não importa, não deveria fazer sentido mesmo. Beba coca-cola. O abraço do dia vai pro Gabriel.