- Onde estou?
Disse a jovem Melissa, confusa e sozinha.
- Você? Você está no meu caminho. E no caminho dele, dele e dele. Sai da frente ô ruiva.
Respondeu rapidamente um gnomo de chapéu vermelho. De fato, o sujeito era bem engraçado, não devia passar duns onze centímetros de altura, usava trajes antigos, uma camisa branca de mangas arremangadas, uma calça marrom de lã e um sapato vermelho como o chapéu. Tinha as maçãs do rosto bem rosadas, seguidas de uma barba dourada levemente crescida. Os olhos era um verde outro lilás e a boca era preta como se tivesse chupado um carvão.
- Então ruivinha, vai sair do caminho ou vai ficar aí o dia todo?
Melissa olhou em volta, uma floresta onde os troncos eram azuis e as folhas eram petalas roxas. Como se não fosse o suficiente o local era repleto de postes brancoscomvermelho (daqueles à la polo norte, saca?), casinhas em miniatura (provavelmente dos gnomos) e libélulas das mais variadas cores do espectro.
- Vai sair ou não vai? Raios, já perdi a paciencia!
- Oh, me desculpe senhor!
Então Melissa se levantou rapidamente e saiu caminhando pela floresta, até que chegou numa parede com uma porta. É, uma parede de tijolos com uma porta de madeira bem rústica porém com dobradiças e uma fechadura dourada, ambas muito adornadas.
- Shhiu! Você aí! - Disse uma voz feminina muito agradável.
Melissa olhou em volta e não viu nada.
- Shhiu! Você mesma ruiva, quer passar por essa porta não quer? Venha cá, eu lhe conto como.
Melissa olhou em volta novamente e extremamente curiosa perguntou:
- Cá onde? Eu não vejo ninguém! Onde você está !?
- Aqui, venha cá, olhe, no canto esquerdo, isso, aqui no escuro, venha cá.
Meio acuidosa porém dominada pela curiosidade foi com o rosto em direção ao canto, abaixando-se no escuro.
- Não minha cara menina, aqui em cima.
Onde Melissa olhou para cima viu-se entorno à total escuridão, não via nem meia polegada diante seus olhos.
- Cadê você? Não vejo nada!
Então que surge sob pouca luz uma preá dourada de olhos azuis, vestindo uma pequena cartola vermelha, e esta diz:
- Estou aqui.
- Olá senhora, meu nome é Melissa, qual o teu nome?
- Não tenho nome algum.
- Posso chamar-te de senhora?
- Fique à vontade.
- Tudo bem. Mas então, como passo pela porta?
- Contar-te-ei mas não antes que tu me faças um pequeno favor.
- Tudo bem. O que é?
- Terás que me fazer três tarefas.
- Dane-se a porta, não vou sair por aí à cumprir tarefas por nada.
- Você só tem a mãe, não?
- Sim, como sabes?
- Isso não importa, ela está muito doente, não é verdade?
- Sim, de fato é. Ei, isso está me perturbando já.
- Atrás da porta você encontrará a cura.
- Oh, por favor senhora, me conte o que preciso fazer para passar por tal porta!
- As três tarefas primeiro.
- Tudo bem, o que devo fazer ?
- Embaixo dessa árvore você encontrará um livro, nele diz o que você deve fazer.
Não tinha livro nenhum nem nada, Melissa na verdade estava fantasiando em coma e acabou por morrer, fim.
Disse a jovem Melissa, confusa e sozinha.
- Você? Você está no meu caminho. E no caminho dele, dele e dele. Sai da frente ô ruiva.
Respondeu rapidamente um gnomo de chapéu vermelho. De fato, o sujeito era bem engraçado, não devia passar duns onze centímetros de altura, usava trajes antigos, uma camisa branca de mangas arremangadas, uma calça marrom de lã e um sapato vermelho como o chapéu. Tinha as maçãs do rosto bem rosadas, seguidas de uma barba dourada levemente crescida. Os olhos era um verde outro lilás e a boca era preta como se tivesse chupado um carvão.
- Então ruivinha, vai sair do caminho ou vai ficar aí o dia todo?
Melissa olhou em volta, uma floresta onde os troncos eram azuis e as folhas eram petalas roxas. Como se não fosse o suficiente o local era repleto de postes brancoscomvermelho (daqueles à la polo norte, saca?), casinhas em miniatura (provavelmente dos gnomos) e libélulas das mais variadas cores do espectro.
- Vai sair ou não vai? Raios, já perdi a paciencia!
- Oh, me desculpe senhor!
Então Melissa se levantou rapidamente e saiu caminhando pela floresta, até que chegou numa parede com uma porta. É, uma parede de tijolos com uma porta de madeira bem rústica porém com dobradiças e uma fechadura dourada, ambas muito adornadas.
- Shhiu! Você aí! - Disse uma voz feminina muito agradável.
Melissa olhou em volta e não viu nada.
- Shhiu! Você mesma ruiva, quer passar por essa porta não quer? Venha cá, eu lhe conto como.
Melissa olhou em volta novamente e extremamente curiosa perguntou:
- Cá onde? Eu não vejo ninguém! Onde você está !?
- Aqui, venha cá, olhe, no canto esquerdo, isso, aqui no escuro, venha cá.
Meio acuidosa porém dominada pela curiosidade foi com o rosto em direção ao canto, abaixando-se no escuro.
- Não minha cara menina, aqui em cima.
Onde Melissa olhou para cima viu-se entorno à total escuridão, não via nem meia polegada diante seus olhos.
- Cadê você? Não vejo nada!
Então que surge sob pouca luz uma preá dourada de olhos azuis, vestindo uma pequena cartola vermelha, e esta diz:
- Estou aqui.
- Olá senhora, meu nome é Melissa, qual o teu nome?
- Não tenho nome algum.
- Posso chamar-te de senhora?
- Fique à vontade.
- Tudo bem. Mas então, como passo pela porta?
- Contar-te-ei mas não antes que tu me faças um pequeno favor.
- Tudo bem. O que é?
- Terás que me fazer três tarefas.
- Dane-se a porta, não vou sair por aí à cumprir tarefas por nada.
- Você só tem a mãe, não?
- Sim, como sabes?
- Isso não importa, ela está muito doente, não é verdade?
- Sim, de fato é. Ei, isso está me perturbando já.
- Atrás da porta você encontrará a cura.
- Oh, por favor senhora, me conte o que preciso fazer para passar por tal porta!
- As três tarefas primeiro.
- Tudo bem, o que devo fazer ?
- Embaixo dessa árvore você encontrará um livro, nele diz o que você deve fazer.
Não tinha livro nenhum nem nada, Melissa na verdade estava fantasiando em coma e acabou por morrer, fim.